FORMAÇÃO DOS DIÁCONOS TEMPORÁRIOS
O QUE É O DIÁCONO?
Ele pode batizar, abençoar matrimônios, levar o viático aos doentes, presidir funerais, mas não é um padre! Qual é a diferença, então?
O ministério eclesiástico, que é o ministério dos homens dedicados ao serviço de Deus, compreende três diferentes graus do sacramento da ordem sacerdotal: os bispos, os sacerdotes e os diáconos. Dois destes graus participam ministerialmente do sacerdócio de Cristo: a ordem episcopal, correspondente aos bispos, e a ordem do presbiterado, correspondente aos padres.
A ordem do diaconato, segundo o Catecismo da Igreja Católica (n. 1554), "destina-se a ajudar e a servir os bispos e presbíteros. Por isso, o termo 'sacerdote' designa os bispos e presbíteros, mas não os diáconos."
No entanto, a doutrina católica estabelece que o grau de diaconato é um grau de serviço, estabelecido desde a época dos apóstolos.
FORMAÇÃO
DOS DIÁCONOS TEMPORÁRIOS
AULA I
HIERARQUIA ECLESIÁSTICA, PRONOMES DE TRATAMENTO
A Santa Igreja, assim como outros órgãos que acolhe muitas pessoas, tem por obrigação haver uma organização e um controle, uma vez que seus representantes levam ao povo á maior riqueza que há que é Cristo, seja em comunhão ou palavra, assim á Santa Igreja tem uma antiga e complexa hierarquia tendo o povo de Deus como fundamental base e no topo aquele que é o máximo representante de Cristo na terra o papa.
Papa - Cabeça do colégio apostólico e primeiro entre todos os cristãos, é ele responsável por nomear os demais bispos e cooperadores para o funcionamento do organismo da igreja.
Cardeais - Príncipes da santa Igreja, cooperadores diretos do papa e principais auxiliares na Igreja de Cristo, sua principal ação é dar um novo papa para á igreja quando no período de sé vacante.
Arcebispos - Os arcebispos podem ser metropolitas (responsável por uma arquidiocese metropolitana), arcebispos pessoais (responsáveis por uma arquidiocese pessoal e extra territorial) ou titulares (arcebispos com títulos mais sem arquidiocese) assim como todos os membros do episcopado são nomeados diretamente pelo papa.
Bispos - Podem ser auxiliares de outras arquidioceses, coadjutores (com direito á sucessão) ou de uma diocese particular.
Monsenhores - Padres já com longo tempo de serviço condecorados diretamente pelo papa á pedido de um bispo diocesano. Podem haver também padres nomeados monsenhores par ao auxilio pessoal do papa.
Cônegos - Padres com longo tempo de trabalho, que recebem do bispo ou arcebispo diocesano á honraria de cônego, tendo como sua função aconselhar o arcebispo sempre que convocado.
Padres - Cooperadores diretos do bispo ou arcebispo, tem como missão fundamental e inviolável celebrar fidedignamente e diariamente á santa missa. São os principais colaboradores para á evangelização e incentivo do povo de Deus.
Diáconos - Homens ordenados e fiéis anunciantes do santo evangelho e cooperadores dos padres e bispos, podem ser permanentes (homens casados mais que auxiliam á igreja) ou transitórios (seminaristas em preparação para o sacerdócio).
Papa - Cabeça do colégio apostólico e primeiro entre todos os cristãos, é ele responsável por nomear os demais bispos e cooperadores para o funcionamento do organismo da igreja.
Cardeais - Príncipes da santa Igreja, cooperadores diretos do papa e principais auxiliares na Igreja de Cristo, sua principal ação é dar um novo papa para á igreja quando no período de sé vacante.
Arcebispos - Os arcebispos podem ser metropolitas (responsável por uma arquidiocese metropolitana), arcebispos pessoais (responsáveis por uma arquidiocese pessoal e extra territorial) ou titulares (arcebispos com títulos mais sem arquidiocese) assim como todos os membros do episcopado são nomeados diretamente pelo papa.
Bispos - Podem ser auxiliares de outras arquidioceses, coadjutores (com direito á sucessão) ou de uma diocese particular.
Monsenhores - Padres já com longo tempo de serviço condecorados diretamente pelo papa á pedido de um bispo diocesano. Podem haver também padres nomeados monsenhores par ao auxilio pessoal do papa.
Cônegos - Padres com longo tempo de trabalho, que recebem do bispo ou arcebispo diocesano á honraria de cônego, tendo como sua função aconselhar o arcebispo sempre que convocado.
Padres - Cooperadores diretos do bispo ou arcebispo, tem como missão fundamental e inviolável celebrar fidedignamente e diariamente á santa missa. São os principais colaboradores para á evangelização e incentivo do povo de Deus.
Diáconos - Homens ordenados e fiéis anunciantes do santo evangelho e cooperadores dos padres e bispos, podem ser permanentes (homens casados mais que auxiliam á igreja) ou transitórios (seminaristas em preparação para o sacerdócio).
Resumidamente á hierarquia da santa igreja em forma crescente fixa-se em:
Diáconos - Padres - Cônegos - Monsenhores - Bispos - Arcebispos - Cardeais - Papa.
(Observe á imagem abaixo para ter uma melhor compreensão do que é definido abaixo )
PRONOMES DE TRATAMENTO
Para melhor relacionamento do povo de Deus com seus pastores,ao longo doa anos foi-se dados títulos á cada um,vindo-se futuramente e até os dias contemporâneos como pronomes de tratamento,estes pronomes além de proporcionar uma melhor e necessária organização para á igreja e o povo de Deus,quer mostrar á beleza e á majestade da igreja esposa de Cristo,junto á seus filhos e filhas. Os pronomes de tratamento são além de uso do povo de deus,mais também do clero no dia-á-dia principalmente em formais diálogos e momentos como o pedir á benção. Os pronomes de tratamentos são:
Papa - Ao papa refere-se mais comum como Sua Santidade, podendo em ocasiões formais referir-se como Santíssimo Padre, Beatíssimo pai, Servo dos servos de Deus, Vigário de Cristo na terra, Príncipe dos Apóstolos, Primeiro dos bispos.
Cardeais - Aos cardeais refere-se mais comunalmente como: Eminência, vossa alteza real, príncipes da igreja.
Patriarcas - Aos patriarcas das igrejas orientais dirige-se como Vossa Beatitude, podendo haver outras denominações de acordo com o patriarcado ocupado.
Arcebispos e bispos - Aos arcebispos e bispos dirige-se como: Vossa Excelência, vossa graça.
Monsenhores - Aos monsenhores pode-se referir-se como: reverendíssimo monsenhor ou de igual modo reverendo.
Cônegos, padres e diáconos - Á estes refere-se por Vossa Reverendíssima ou somente por Reverendo.
Papa - Ao papa refere-se mais comum como Sua Santidade, podendo em ocasiões formais referir-se como Santíssimo Padre, Beatíssimo pai, Servo dos servos de Deus, Vigário de Cristo na terra, Príncipe dos Apóstolos, Primeiro dos bispos.
Cardeais - Aos cardeais refere-se mais comunalmente como: Eminência, vossa alteza real, príncipes da igreja.
Patriarcas - Aos patriarcas das igrejas orientais dirige-se como Vossa Beatitude, podendo haver outras denominações de acordo com o patriarcado ocupado.
Arcebispos e bispos - Aos arcebispos e bispos dirige-se como: Vossa Excelência, vossa graça.
Monsenhores - Aos monsenhores pode-se referir-se como: reverendíssimo monsenhor ou de igual modo reverendo.
Cônegos, padres e diáconos - Á estes refere-se por Vossa Reverendíssima ou somente por Reverendo.
SOBRE A BATINA E SUA IMPORTÂNCIA
Ao longo de sua história á santa igreja fixou vários tipos de vestes (batinas) para o uso e identificação de seus clérigos. Todos os clérigos seculares são obrigados á usar batina, sendo sinal de tradição e união com todos os outros clérigos. A vários modelos de batinas para várias ocasiões e em várias necessidades todas devem ser observadas e fixadas.
Os atuais modelos de batina foram aprovados pelo sacro concilio mariano Vaticano V e promulgados pelo papa Lucas II, fora estes não se tem outros, as cores como de botões e faixas vão sendo alteradas de acordo com o ministério que cada um ocupa. Assim as organizações de cores é a seguinte:
Papa - Cor branca
Cardeais - Cor vermelha
Arcebispo - Cor violeta com detalhes dos botões em vermelho
Bispos - Cor violeta
Monsenhores - Cor preta com detalhes em violeta
Cônegos, padres, diáconos e seminaristas - Cor preta
A batina atualmente compõe-se atualmente pela camisa manga longa de botões com calça sem costura longa, na estrutura da batina se acrescenta alguns detalhes (cinto e botões, que podem ter cores de acordo com o oficio), (aos cônegos, monsenhores, bispos, arcebispos, cardeais e ao papa á estes detalhes juntam-se o solidéu)
Papa
O santo padre diferente de todos os outros clérigos, sua batina deve ser totalmente branca, com detalhes brancos junto á cruz peitoral, o sapato do papa de acordo com á tradição é sempre vermelho chamado (muleus papais). A batina do papa pode haver pequenas mudanças de acordo com o gosto do pontífice reinante.
(Na imagem abaixo os papas HC e não HC com batina correta)
Cardeais
A tradicional e até os dias de hoje usada, batina para os cardeais pode-se ser preta com detalhes todos em vermelho junto á cruz peitoral.
(Nota-se na imagem abaixo dois cardeais, um HC e outro não HC, ambos com as devidas e corretas batinas)
Arcebispos
A atual batina dos arcebispos são pretas ou brancas, mas com seus detalhes em violeta com filetes vermelhos, não sendo muito diferente da usada pelos bispos.
Observação: apenas os botões da batina são vermelhos, a faixa é totalmente roxa. A imagem abaixo está desatualizada.
(Nota-se na imagem abaixo dois arcebispos, um HC e outro não HC, ambos com as devidas e corretas batinas)
Bispos
A batina dos bispos é toda preta com detalhes em violeta e solidéu violeta (junto as batinas dos bispos, arcebispos, cardeais e do papa acrescenta-se também o uso da cruz peitoral), podendo também ser toda violeta (chamada vestes corais) para momentos especiais.
(Nota-se na imagem abaixo dois bispos um HC e outro não HC ambos com batina correta)
Monsenhores
A batina dos monsenhores é toda preta com detalhes em violeta e solidéu preto podendo também variar em preta ou branca mais sempre com detalhes violeta e solidéu preto.
(Nota-se na imagem abaixo dois monsenhores um HC e outro não HC ambos com á batina d e monsenhor com seus detalhes corretos)
Cônegos, padres, diáconos e seminaristas
(Nota-se na imagem abaixo dois padres, um HC e outro não HC, usando batina totalmente correta com os detalhes pretos)
Pode-se usar sobre a batina á greca preta para todos os clérigos na cor preta e ao papa na cor branca.
A greca é um casaco próprio dos clérigos, usado sobre as vestes talares, a batina, para todos os clérigos a greca é de cor preta.
(Nota-se na imagem abaixo clérigos HC usando greca e clérigos não HC também usando greca)
BISPOS, CARDEAIS E O PAPA
usam um anel que simboliza a aliança e o compromisso com o povo de Deus, com seu rebanho.
Bispo: Usa o “Anel Episcopal”
Cardeal: Usa o “Anel Cardinalício”
Papa: Usa o “Anel do Pescador”
Ao ver um clérigo, você se ajoelha diante dele e pede a bênção:
Se for a um Padre: “Sua bênção, reverendo”
Depois que ele abençoar, você diz: *Beijo suas mãos*
Se for pedir a benção a um bispo: “Sua bênção, excelência”
Depois que ele abençoar, você diz: *Beijo anel episcopal*
Se for pedir a benção a um cardeal: “Sua bênção, eminência”
Depois que ele abençoar, você diz: *Beijo anel cardinalício*
Se for pedir a benção ao papa: “Sua bênção, Santidade”
Depois que ele abençoar, você diz: *Beijo anel do pescador*
AULA II
CORES LITÚRGICAS
As cores litúrgicas seguem o diretório de acordo com o tempo litúrgico vivido em determinado período assim podemos afirmar que cada tempo litúrgica tem sua própria cor, resumidamente cada celebração tem sua cor própria. Estas cores são vistas e observadas principalmente nos paramentos dos ministros ordenados (diáconos, padres, bispos) que obrigatoriamente devem seguir estas cores. As cores litúrgicas tem além de organização, transmitir o sentido de cada tempo vivido, assim não se pode ser acrescentada novas cores.
Cor Verde - Á cor verde é á cor dada ao tempo comum, assim ela quer transmitir á simplicidade.
Cor Vermelha - Á cor vermelha é á cor usada para as festas dos santos mártires (deram sua vida por Cristo e o evangelho) e solenidades do senhor que remetam um maior sacrifício, á cor vermelha é á cor do sangue assim á ligação.
Cor Roxa - Á cor roxa é á cor usada durante á quaresma e o advento podendo também ser usada em ocasiões fúnebres, á cor roxa quer transmitir á penitência por isso é usada nos tempos penitências e em práticas de penitência como o sacramento da confissão.
Cor Branco ou Dourado - Á cor branco quer transmitir á alegria é usada em todas solenidades de alegria e glória como á ressurreição de nosso senhor e o natal, também nas memórias dos santos doutores, virgens e pastores, pode-se ser substituída pelo dourado para uma melhor interpretação.
Cor Rósea - Á cor rósea é usada unicamente em dois domingos ao ano litúrgicos, domingos que querem re-passar á alegria ao meio da penitência por isso os domingos que se pode usar o rósea são o terceiro domingo do advento e o quarto domingo da quaresma.
Cor Preto - Á cor preto é usada unicamente nas celebrações fúnebres.
Cor Azul - Á cor azul pode ser usada em todas as solenidades e memórias á virgem Maria, á cor azul quer transmitir á serenidade e á santidade da santíssima virgem Maria, pode-se também ser usada em missas próprias. Não podendo usar no Vaticano.
Os tempos e cores se alongam ao longo do ano litúrgico tendo inicio no I domingo do advento e fim na solenidade de nosso senhor Jesus Cristo rei do universo.
Cor Verde - Á cor verde é á cor dada ao tempo comum, assim ela quer transmitir á simplicidade.
Cor Vermelha - Á cor vermelha é á cor usada para as festas dos santos mártires (deram sua vida por Cristo e o evangelho) e solenidades do senhor que remetam um maior sacrifício, á cor vermelha é á cor do sangue assim á ligação.
Cor Roxa - Á cor roxa é á cor usada durante á quaresma e o advento podendo também ser usada em ocasiões fúnebres, á cor roxa quer transmitir á penitência por isso é usada nos tempos penitências e em práticas de penitência como o sacramento da confissão.
Cor Branco ou Dourado - Á cor branco quer transmitir á alegria é usada em todas solenidades de alegria e glória como á ressurreição de nosso senhor e o natal, também nas memórias dos santos doutores, virgens e pastores, pode-se ser substituída pelo dourado para uma melhor interpretação.
Cor Rósea - Á cor rósea é usada unicamente em dois domingos ao ano litúrgicos, domingos que querem re-passar á alegria ao meio da penitência por isso os domingos que se pode usar o rósea são o terceiro domingo do advento e o quarto domingo da quaresma.
Cor Preto - Á cor preto é usada unicamente nas celebrações fúnebres.
Cor Azul - Á cor azul pode ser usada em todas as solenidades e memórias á virgem Maria, á cor azul quer transmitir á serenidade e á santidade da santíssima virgem Maria, pode-se também ser usada em missas próprias. Não podendo usar no Vaticano.
Os tempos e cores se alongam ao longo do ano litúrgico tendo inicio no I domingo do advento e fim na solenidade de nosso senhor Jesus Cristo rei do universo.
(Pode-se entender melhor o ano litúrgico e os tempos litúrgicos na figura abaixo que é um modelo de calendário)
OS PARAMENTOS DIACONAIS
Os diáconos portam nas celebrações litúrgicas túnica, estola diaconal e á dalmática, o diácono pode auxiliar as missas menos solenes e cotidianas somente de estola, mas sempre deve usará dalmática nas solenidades.
Por consequência econômica os HC's e não HC's há uma pequena diferença entre as vestes.
Nas dalmáticas HC o cinto transversal representa á estola diaconal e á camisa lisa manga longa sem botões representa á dalmática.
Vemos na imagem acima exemplos de diáconos HC's usando estola diaconal e dalmática na cor dourada.
Nas Dalmáticas não HC's o cachecol longo representa á estola diaconal e á camisa lisa de mangas longas sem botões á dalmática.
Vemos na imagem acima exemplos de diáconos não HC's usando estola diaconal e dalmática na cor verde.
Por consequência econômica os HC's e não HC's há uma pequena diferença entre as vestes.
Nas dalmáticas HC o cinto transversal representa á estola diaconal e á camisa lisa manga longa sem botões representa á dalmática.
Vemos na imagem acima exemplos de diáconos HC's usando estola diaconal e dalmática na cor dourada.
Nas Dalmáticas não HC's o cachecol longo representa á estola diaconal e á camisa lisa de mangas longas sem botões á dalmática.
Vemos na imagem acima exemplos de diáconos não HC's usando estola diaconal e dalmática na cor verde.
AULA III
OS ACÓLITOS
(Essa aula está no Curso de Liturgia. Aula I e II)
(Deverá ser feita uma demonstração e um teste sobre esta aula, tendo superado o teste o seminarista estará apto ao ofício de acólito nas celebrações litúrgicas)
(Quando concluir a Aula I e II do Curso de Liturgia nessa aula de acólito, dar-se continuidade com a aula IV abaixo)
AULA IV
PREPARAÇÃO E ARRUMAÇÃO DO ALTAR
DURANTE A SANTA MISSA
Evangelho (Aclamação ao Evangelho)
Na aclamação ao evangelho, o diácono pede a benção ao padre ou ao bispo, para proclamar o evangelho.
Diácono: Peço a sua bênção.
Celebrante: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O diácono deve ir até a frente do celebrante, e de joelhos, pedir a bênção.
Após o diácono pedir a benção, em caso de Solenidade, deve ir até o altar, pegar o evangeliário, ergue-lo, e levá-lo até o ambão.
Após o evangelho, o diácono deve levar o evangeliário até o celebrante, para que ele possa oscular o evangeliário, e conceder a bênção a todos.
Caso não tenha evangeliário, como em dia de semana, não se pega o evangeliário no altar, pois é usado o lecionário que está no ambão.
A quem deve-se pedir a bênção?
Diácono, pede a benção a todos os seus superiores (Padres, bispos, cardeais, papa)
Padre, pede a benção aos seus superiores (Bispos, cardeais, papa)
Bispos e cardeais, pedem a benção ao Romano Pontífice (somente).
(Nota-se na foto abaixo um diácono pedindo á benção á um bispo para anunciar o evangelho)
(Preparação do altar no momento do ofertório)
O ofertório é o momento em que se é levado o pão e o vinho ao altar á qual serão consagrados, para isto se prepara o santo altar no seguinte modo:
*Abro o corporal, e estendo-o*
*Coloco o cálice ao lado direito do corporal.*
*Pego o sanguíneo, e coloco ao lado direito do corporal.*
*Pego a patena, e coloco-a sobre o corporal.*
*Pego galhetas, e coloco vinho e um pingo d'água no cálice.*
*Coloco o cálice sobre o corporal.*
*Pego os cibórios, e coloco-os sobre o corporal.*
*Abro o missal romano.*
*Vênia.*
(Neste momento o celebrante se aproxima do altar, para as orações de oferecimento)
Enquanto o celebrante está fazendo as orações de oferecimento, o diácono ou o cerimoniário (caso tiver), deve pegar o lavabo para lavar as mãos do sacerdote.
Quando o celebrante acabar as orações, virar-se, e aproximar-se, o diácono ou o cerimoniário, diz:
*Apresento o lavabo.*
(O celebrante purifica as mãos)
*Entrego o manustérgio.*
(O celebrante seca as mãos, e junto fazem reverência)
*Vênia.*
Quando todos terminarem de comungar, o diácono deve retirar os objetos litúrgicos do altar, da seguinte forma:
*Pego o cálice.*
(Neste momento o diácono leva o cálice até o celebrante)
*Entrego-o ao celebrante.*
(O celebrante comunga do sangue de Cristo, e devolve)
*Pego-o.*
(Neste momento o diácono se aproxima do altar para a purificação)
*Pego galheta, e purifico o cálice.*
*Seco-o com o sanguíneo, e coloco-o ao lado direito.*
*Purifico os cibórios, enxugo-os com o sanguíneo, e coloco-os na credência.*
*Pego o sanguíneo, e coloco-o sobre o cálice, junto a patena e a pala.*
*Dobro o corporal, e coloco-o sobre o cálice.*
*Coloco o cálice na credência.*
*Vênia.*
AULA V
MARIOLOGIA
(Essa aula está no Curso de Mariologia.)




















